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Os Impactos Ambientais Causados Pela Ação Humana e o Surgimento de Pandemias.

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 Texto produzido pelos estudantes como atividade final da Componente Curricular Temas Transversais e Contemporâneos da Universidade Federal do Sul da Bahia, campus Paulo Freire em Teixeira de Freitas UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL DA BAHIA – UFSB  CENTRO DE FORMAÇÃO EM SAÚDE TEMAS TRANSVERSAIS E CONTEMPORÂNEOS     CESAR YUKY NASCIMENTO KAWAKAMI JOÃO PAULO DA SILVA CHAVES MARIANA BARBOSA DE PINHO MARIANA DOS SANTOS CARDOSO   Os Impactos Ambientais Causados Pela Ação Humana e o Surgimento de Pandemias.                  Desde os primórdios da humanidade o ser humano vive um processo constante de coevolução com os diversos organismos existentes na superfície terrestre, incluindo os microrganismos. Entretanto, algumas vezes, por esses seres serem tão pequenos e até mesmo invisíveis a olho nu, são pouco conhecidos, estudados ou negligenciados pelos que não acreditam na sua alta capacidade de influencia...

O ceticismo autônomo como possibilidade de tranquilidade na turbulência (publicado na Revista Quarka)

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  O ceticismo de São Tomé. Imagem: Michelangelo Merisi de Caravaggio Para Montaigne (1533-1592) nada é perene ou seguro, somente a incerteza. É ela que movimenta constantemente o mundo, o devir.   POR   LEANDRO GAFFO     4 DE MAIO DE 2021  0 Ao contrário do que propunha Santo Agostinho (354-430), já que este sustentava que devíamos nos aproximar das coisas divinas, que são as únicas coisas perenes, Montaigne prefere a real certeza de que tudo é incerto e tende a desaparecer e se desagregar. Agostinho nos diz que se aproximar do devir é pecar, pois é estar preso às vicissitudes e bens corruptíveis do mundo. Ao invés disso o homem deve voltar-se às essências que só podem ser alcançadas na verdadeira morada definitiva que é a eternidade da alma. É pecador e criminoso aquele que repousa sua cabeça no travesseiro confortável e macio de seus gozos (AGOSTINHO, 2019). O travesseiro do gozo é associado por Agostinho aos céticos e seu travesseiro confortável da dúvid...

JOHN SMITH OU ZÉ DA SILVA, MULTIVERSOS OU NARRATIVAS MÚLTIPLAS DA VERDADE EM O HOMEM DO CASTELO ALTO

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  É preciso compreender que um filme ou série que trate do passado ou do futuro como mote para contar uma história não narra senão o tempo presente. Desde pequeno sou fascinado por ficção científica e dentro da minha vida universitária acabei por dedicar parte dos meus estudos a ela. A ficção científica é uma produção que une objeto ficcional a uma história e elementos de vanguarda científica que funcionam como amalgama para que a história seja factível ou, ao menos, verossímil. Em geral esses elementos de cunho científico são vagamente explicados e associados a outros fantasiosos para criar uma possibilidade de exequibilidade. É assim que se fala em motores de dobra quântica para viajar a velocidades acima da luz, buracos negros como portais temporais, inteligência artificial senciente, etc. Como toda quimera, estas também só fazem sentido quando se juntam partes de coisas existentes num arranjo inusitado. Uma sereia como conhecida hoje, por exemplo, é parte mulher e parte peixe. ...